Contador de Histórias
     

Para narrar contos populares, lendas e mitos Fátima Café utiliza diferentes recursos cênicos que têm como objetivo evidenciar o contexto simbólico de cada história de forma lúdica e atraente.


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Através de expressões corporais, adereços e também utilizando bonecos manipuláveis em tamanho natural, os personagens são desvendados em cena, fazendo um painel vivo e emocionante.

A narrativa clássica do “contador de histórias” é desenvolvida através de técnicas vocais, a exemplo dos rádio-novelistas de outrora, com entonações, inflexões e nuances que possibilitam ao espectador uma melhor visualização do universo proposto.

A trilha sonora do espetáculo foi composta exclusivamente para cada história e é executada ao vivo, pontuando a cena e lhe dando ainda mais intensidade.


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Para introduzir as histórias, Fátima criou um personagem/ contador que utiliza técnicas de mímica e de “clown”. Esse personagem se comunica diretamente com a platéia através de sons e de gestos. Assim, brincando, ele torna a platéia cativa e predisposta a, junto com ele, sonhar. Além de possibilitar uma maior aglutinação de pessoas em torno da apresentação.

 




O repertório é formado pelos espetáculos com as seguintes sinopses:

Contos de fadas brasileiros

  • “O Príncipe Lagartão”
    Herdeiro do trono real nasce e, para espanto de todos, ele é metade gente - metade lagarto. Ele se casa e Maria, sua esposa, descobre que em noites de lua cheia o feitiço do lagarto é desfeito e o príncipe se transforma.
  • “O Príncipe pássaro”
    Duas irmãs. Um delas recebe, toda à noite, a visita de um papagaio que, ao tomar banho, se transforma em um príncipe. A outra irmã, com inveja, coloca cacos de vidro na bacia onde o papagaio toma banho. O papagaio se machuca e não consegue se transformar em príncipe. Ele vai embora e a moça passa por uma grande peregrinação a procura de seu príncipe encantado.

Contos universais

  • “A Bela Adormecida”
    Feliz com o nascimento de sua filha, o Rei convida doze fadas para o batizado da princesa Aurora. Porém, ele esqueceu de convidar uma fada. E essa, furiosa por ter sido esquecida, se vinga na princesa. Ela a condena a espetar seu dedo em um fuso de fiar algodão e morrer. Porém, uma outra fada transforma essa maldição em um sono de cem anos.
  • “A Bela e a Fera”
    Um mercador se perde a caminho de casa e acaba no castelo da Fera. Ele então é obrigado pela Fera a entregar sua filha Bela. Um dia, Bela pede para visitar o pai. A Fera dá a ela um anel e pede para ela voltar em três dias se não ele morrerá. Bela concorda e vai para a casa de seu pai. Suas irmãs tiram o anel de seu dedo e Bela se esquece da promessa, não volta para o castelo e a Fera morre. Depois, ela acha o anel e se lembra de tudo. Vai para o castelo e seu amor pela Fera acaba desfazer o feitiço que o mantinha na forma de um animal e o traz de volta a vida.

Contos populares brasileiros

  • “Florzinha e a mula sem cabeça”
    Um dia a menina Florzinha se atrasou quando voltava da escola. Ela morava muito longe, perto de uma mata escura. Anoiteceu. E Florzinha deu de cara com a mula sem cabeça no meio da estrada.
  • “A festa no céu”
    Todas as aves são convidadas para uma grande festa no céu. O sapo, que adora festa, também quer ir e arma um plano. Ele se esconde dentro da viola do urubu e consegue chegar ao céu. Mas no vôo de volta o urubu descobre tudo e o sapo passa por maus bocados.
  • "O galinheiro de Dona Clotilde"

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    Um dia, a galinha predileta de D. Clotilde encontra, no terreiro, um ovo diferente e resolve impressionar o galinheiro dizendo que ela própria o havia botado e que dele nasceria o pinto mais bonito do mundo. A partir daí, é deflagrada uma grande confusão no galinheiro. E, as coisas fogem ao seu controle.

 

  • "O Macaco e a Velha"
    Uma velhinha mora numa pequena casa no interior do Brasil. Ela tem uma única paixão na vida, banana.

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    Um dia, a escada em que ela subia pra pegar bananas se quebra. Então, ela pede ajuda a cobra, ao sapo e a galinha, mas somente o macaco consegue subir na bananeira. Porém, ele come todas as bananas e não deixa nenhuma sequer pra ela. Revoltada a velhinha bola um plano pra pegar o macaco. Ela faz um boneco de piche, coloca um cacho de bananas em seu colo e fica esperando o macaco aparecer. Quando ele aparece...

Contos de susto

  • “Gaspar, eu caio”
    Viajante, em noite escura e chuvosa, se abriga em uma tapera, no meio do mato. Quando dá meia-noite ele ouve uma voz: “Gaspar... eu caio!” Ele responde: “Pois caia.” E aí, um pé de esqueleto cai. E assim, vão caindo várias partes até formar um esqueleto completo. A assombração pede que o homem cave um buraco debaixo de uma árvore. Ao cavar, ele descobre um tesouro. O esqueleto se deita na cova e descansa para sempre. O homem, em recompensa por ter ajudado o esqueleto, fica com o tesouro. Amanhece o dia.
  • “O Quibungo”
    É um papão negro, um macacão todo peludo, que come crianças. Um dia, o pai de uma família muito numerosa sai para trabalhar e uma das crianças esquece a porta de casa aberta. Então o Quibungo aparece. Todos se escondem. Mas ele consegue encontrar as sete crianças. Ele as come. Nisso, o pai chega, luta com o Quibungo e consegue vencê-lo. O Quibungo devolve as crianças, que aprendem a nunca mais deixar a porta de casa aberta.

Natal em contos

  • “A lenda de Noel”
    Há muito tempo viveu um caixeiro viajante que se chamava Noel. Ele não tinha filhos mas adorava crianças. Em uma de suas viagens, perto do natal, ele vê um presépio em miniatura montado em uma pequena cidade e resolve fabricar bonecos parecidos para dar às crianças. Na noite de natal ele sai com os presentes para entregar aos pais para que eles possam dar as suas crianças. Mas eles não aceitam achando que Noel estava vendendo os bonecos. Desanimado Noel volta para casa. Mas no caminho ele percebe que as chaminés das casas mais pobres do vilarejo estavam apagadas. Então, ele resolve jogar os brinquedos pelas chaminés. E, quando amanhece o dia, Noel vê as crianças alegres brincando com os presentes que ele havia fabricado e resolve nunca mais deixar uma criança sem brinquedo no natal.
  • “A boneca que abre e fecha os olhos”
    Uma menina muito pobre, um dia vai à cidade com o pai e vê uma boneca que abre e fecha os olhos na vitrine de uma loja. Incentivada pelo vendedor ela passa a pedir toda noite pro papai Noel a tal boneca que ela tanto gostou. Papai Noel não aparece na noite de natal. Porém, durante a noite ela vê um homem vestido de branco entrar no quarto de sua mãe. De manhã, a menina encontra, deitada junto a sua mãe, um bebê. A menina então agradece ao Papai Noel que lhe trouxe a boneca que abre e fecha os olhos.

Cada espetáculo tem aproximadamente 45 mins
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